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Rinite nos idosos: conheça e saiba como aliviar os sintomas

idosos

A rinite nos idosos tem incidência de 40%. Tais números são altos, especialmente se considerarmos que  rinite alérgica diminui com a idade. Uma série de alterações inerentes ao envelhecimento contribui para que isso ocorra.

Primeiro…

Ocorre uma mudança no tipo de cobertura da mucosa dentro do nariz, com redução do número de glândulas produtoras de muco e atrofia ( diminuição) de mucosa.

Além disso…

Ocorrem alterações no sistema de controle nervoso (sistema simpático e parassimpático) o que provoca aumento da obstrução nasal. Dessa maneira, o idoso tem uma predisposição para ter o nariz mais tampado e mais seco (pode se manifestar por ardência nasal e formação de crostas) apenas em decorrência do envelhecimento!

E…

Somando-se a estes fatores, existe o fato de que a população idosa apresenta maior incidência de várias doenças sendo, portanto, usuários de diversos medicamentos. Muitos desses medicamentos afetam o funcionamento do nariz e pioram o ressecamento. Entre eles temos os anti-hipertensivos, antidepressivos, diuréticos, anti-parkinsonianos, e etc.

Se considerarmos ainda que ocorre uma redução da ingestão hídrica, característica desta faixa etária, temos mais um fator que contribui para o ressecamento nasal.

Para aliviar os sintomas da rinite nos idosos veja algumas dicas simples:

  1. beber mais água: é muito importante para melhorar a hidratação da mucosa nasal e aumentar da produção de muco.
  2. lavagem nasal com solução salina 0,9% é bem eficiente para a remoção de crostas e auxilia na hidratação e lubrificação do nariz.

Na dúvida, consulte um otorrino!

 

Bibliografia

1- SIBBOLD, B. Epidemiology of Allergy Rhinitis. In: BURR, M.L. Epidemiology of Clinical Allergy. Basel: Kargen, 1993. p.61-79. (Monographs in allergy, v. 31).

2- BOYSEN, M. The surface structure of the human nasal mucosa. I. Ciliated and metaplastic epithelium in normal individuals. A correlated study by scanning/transmission electron and light microscopy. Virchows Arch. B Cell. Pathol. Incl. Mol. Patol., v.40, n.3, p.279-294, 1982.

3 – KATZUNG, B.G. Farmacologia básica e clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.

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